Domingo, Agosto 28, 2005

Letargia

Não consigo mais escrever. Parece que tenho um bloqueio mental. uma letargia.
Sinto-me paralizado, mas andando; inócuo, mas respirando. Sinto-me parado enquanto ando.
Essa letargia mental estagna todos meus possiveis movimentos mentais. Parece pleonasmo, mas não é. Não consigo escrever a mais de três semanas, então o que eu faço?
Escrevo sobre não consiguir escrever... claro!
Metaliguistica para os mais inteligente. encher linguiça para os mais afortunados.

Pronto, consigo um tema.
Inteligência:
Dádiva ou fardo?
Esse será meu próximo post.

Terça-feira, Agosto 23, 2005

Desculpem a falta de posts...
estou com uma crise séria de hiperdontite craniana no fêmur....
logo, logo, mais atualizações....

*não me perguntem como peguei isso

Sábado, Agosto 06, 2005

Dia Comum

Era um dia comum, um dia qualquer. O crepúsculo anunciava um novo dia, uma nova dor. Acordara como sempre e olhava sem rumo para o mesmo lugar. A única coisa que queria e esperava era por um novo dia. Um dia comum, um dia qualquer. O crepúsculo iria anunciar um novo dia, uma nova lágrima. Acordaria como sempre e olharia sem rumo para a mesma janela. Iria trabalhar desejando um dia novo, um novo dia, um dia comum. Um dia comum como um dia qualquer. Desejaria que o crepúsculo anunciasse uma nova era sem dor, sem lágrimas, sem vazio. Olharia pra mesma janela de sempre, irita trabalhar e conversaria com as mesmas pessoas chatas de sempre. Nas conversas, deseja um novo dia, um dia comum, qualuqer. O crepúculo já não mais importava. Ele anunciava dor. Não queria mais dor, nem sofrimento. Olharia pra janela, iria pro trabalho e conversaria com pessoa já não muito desagradáveis. Iria jantar olhando casais felizes através da chama de sua vela solítaria. Essa vela o fez lembrar do crepúsculo que anunciara um novo dia. Perdido olhando para a janela, percebeu que tudo não passara de um sonho; as coisas não mudaram, ele não deixaria de sentir dor. Começara a desejar um novo crepúsculo. A luz o levaria a janela, ao trabalho, ao jantar, a dormir novamente. Nos sonhos, sempre sonhou com uma bola que pegava fogo. A luz que ela emitia ia calmamente adetrando as entranhas de seu quarto. Ah sim, era o crepúsculo. Tanto no sonho como em sua vida, ela anunciara um novo dia, uma nova dor. Tomou uma decisão. No dia segunite houve crepúculo. Mas não teve dor, nem lágrimas tão pouco sofrimento. Não houve mais sonho.

Quarta-feira, Agosto 03, 2005

Ódio de ter ódio.

Mais incrível do que as enormes coincidências da nossa política brasileira, é a capacidade humana de amar.
Só que muito mais incrível é a capacidade de odiar, ou ,se você é muito superficial, "desgostar".
Sempre tive inúmeras provas sobre isso. Se você pensar, pessoas tem ódio de pessoas sem motivo.
Soldados americanos matam iraquianos que nem dinheiro sai de malas no Brasil. E eles se odeiam? Se você ver alguns documentários sobre guerra (principalmente a do Vietnã) todos soldados odeiam aqueles que tem que matar. Pra que?
Bom, todo bom católico sabe que para fazer algo ilícito tem que se ter uma justificativa. Políticas antagonicas? Comunismo versus capitalismo? Que nada.... Odeie seu inimigo e mate-o por tambem te odiar.
Afinal, se alguem te odeia, você pode mata-lô.
Mas essas grandes questões que envolvem seres superiores como os americanos é muito para ser discutido por um pobre vestibulando maledicente como eu.discutir.
Vou trazer a tona algo mais próximo de mim, e não, não será sobre meu ódio por pagode.

Mal o cursinho começou e muitos olhares já denunciavam o espírito solidário humano: fazemos amigos.
Mas isso só dura as primeiras 4 ou 5 aulas. Se você olhar melhor, muitas pessoas já estão se odiando ou pelo menos pensando "af, que cara folgado" sendo que o ato mais violento dele foi pegar a caneta que caiu ao chão.
Por causa de uma menina que se empolgou de mais, um grupo inteiro de 4 meninas começaram a me odiar por tabela.
Nossa, olha que legal isso: Indiretamente, a amiga da amiga da menina que gostava do meu amigo me odeia. Mas ela não me odeia pouco. Ela tem o gracejo de fechar a porta na minha cara (e de meus colegas), falar mal e dar risadinhas estranhas pra mim. Tudo isso por que a estúpida da amiga dela não consegue controlar seus hormônios.
Pô, calma aê.
O que eu, um simples nerd que só fica sentado com a perna cruzada fazendo exercício e pensando na namorada tem a ver com isso?
O mais interessante é que o ciclo se fecha. Sim, eu tambem não gosto delas. Preferia ter que ir para o Yemem dar um curso de curativos para hemorróidas do que sentar perto delas (Coisa que já aconteceu, mas eu estava apenas pagando meus pecados por ter matado muita gente quando eu era um bárbaro do século V).

Agora eu estou me perguntando. Será que em todos ambientes é assim? Será que é por isso que tanta gente briga nas baladas, ou nos estádios de futebol?
Sinceramente não entendo e fico triste comigo, pois faço parte do ciclo.
Vocês, leitores, por favor me respondam:
Todos os lugares são assim?

Sexta-feira, Julho 29, 2005

Changes

Imagine que todos os fatos são decorrentes de outros. Tudo depende de algo que previamente aconteceu. Tendo isso em mente, leia o texto abaixo.

Um filho pede dinheiro ao pai. Este, por sua vez, trabalha 200 horas por mês em uma empresa de computação para prover a ele e sua familia o sustento necessário. O pai então dá o dinheiro para o filho. Este, convidado por seu amigo, decide ir almoçar em um restaurante chinês. Por estar super cheio, principalmente por um grupo de 4 homens de terno, arrumados e suspeitos, mobilizaram uma grande parte do restaurante para fechar um negócio. Um deles, de óculos vermelho e lenço preto no bolso do palitó está impaciente. Parece esperar alguem. O grupo de garotos decidem comprar a comida e levá-la para calçada e devorá-la ali mesmo. Um pouco de macarrão cai no chão. Antes que o menino pensasse em até mesmo chutar o pedaço magro de macarrão, um pombo rouba-o e voa para comê-lo assim que possivel. O pombo o devora e logo se põe a voar. Como é de se esperar, o pombo defeca em pleno vôo. As excretas do animal pousam em um homem careca, com um palitó impecável. O homem fica nervoso e entra na primeira loja para se limpar. Os homens do restaurante ao lado deixam o local. Quando dobram a esquina, o careca entra no restaurante. Decepcionado, vê que já não o esperam mais e sai do local. Dias depois, graças a essa falha, os investidores russos decidem não apostar mais em sua empresa de computadores. Para tentar não falir no próximo mês. ele demite alguns funcionários, aqueles que trabalham 200 horas por mês. Um dos funcionários se desespera, pois tem a escola do filho para pagar. Esse, graças a falta de dinheiro, muda até de ciclo de amizades e, 15 anos após, é um dos sequestradores mais procurados do Brasil. Um dia, sequestra um estrangeiro. Um russo de óculos vermelhos que estava indo comer em um restaurante chinês para fechar negócio com uma empresa que, após anos de luta, consegue se reafirmar no mercado.

Será que o que fazemos pode mudar tanto assim a vida de algumas pessoas? Será que uma palavra pode mudar muita coisa? Um olhar, um sorriso.
Mas, diferente do meu texto, as coisas podem mudar para o bem.
Em vez de dar esmolas, dê um lanche.
Em vez de tratar mal, fale obrigado.
Em vez de ser maledicente, fale bem de alguém.
Mude o mundo. Quer queria ou não, você já o muda. Só cabe a você decidir como.